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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Fim de semana do dia das mães.

Meu primeiro dia da mães saiu exatamente como deve ser o dia das mães de todas as mães durante a vida inteira... nada do que a gente (a mãe) tenha imaginado, esperado ou planejado aconteceu...
Pensamos em fazer um picnic, pensamos em ir ao zoo, lembro de ter pedido um vinho do porto de presente... hehe... nécadepitibiriba!!!
Mas ainda sim, saiu como deve ser todos os dias das mães, um belo dia, uma bela mesa, e claro sua família junto dela. O presente eu dou um desconto vai, ganhei um presente ainda mais legal e que eu queria a mais tempo, valeu papai!!!
É, e foi assim, um dia das mães muito gostoso, regado à influências portuguesas no almoço... 

Lasanha de bacalhau e acompanhada com vinho verde*. Nhãn nhãn...
E influências da sogra na janta...
Risotinho quentinho pra esquentar, receita passada de mãe para filho.

Mas o melhor de tudo, deixando a mesa de lado um pouco, estava na cama:

Domingo de manhã. "You are my sunshine... My only sunshine..."
Como é bom você querer dormir mais, mas um nanico atrevido não deixar de jeito nenhum...

*Vinho verde, para quem gosta de vinhos, um pouco mais sobre eles: http://vinhoevida.blogspot.com/2009/12/vinho-verde-club-des-sommeliers.html eu particularmente, amei, combinou bastante! Mas ainda quero meu vinho do porto.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Os vinhos mendocinos.

Mendoza é mundialmente conhecida por sua produção de vinhos de boa qualidade, 70% do vinho produzido na Argentina se concentram na província, aqui há 150 mil metros quadrados de uvas plantadas e dos mais variados tipos (malbec, merlot, cabernet sauvignon, pinot, sirah, val semina, borgonha, trempranillo) e cerca de 1.200 bodegas. 

Vinho delicioso pedido no restaurante "Almacén de Uco" em Tunuyan, uma das cidade da rota do vinho.
   
As bodegas vão de tradicionais e centenárias à novas e modernas (comandadas por europeus e americanos aventureiros de grana), e algumas, cerca de cem, estão preparadas para receber turistas. Elas diferem quanto a sua produção artesanal ou altamente tecnológica e nelas você pode conhecer os processos de colheita, separação, retirada do suco, amadurecimento, envelhecimento e engarrafamento. Porém, devido as suas diferenças na produção, quantidade de informações e a suas histórias únicas, recomenda-se visitar umas três bodegas no mínimo.
 
Mendoza nos ensina, quase que sem querer, a gostar mais de vinhos, a  conhecer seus vários tipos, sabores, uvas, tempo de colheita, armazenamento e assim, Mendoza te ensina a achar o vinho de cada momento.

Os três primeiros que tomei aqui, o Trapiche foi o melhor, aliás, todos os Trapiche Origen que tomamos estavam gostosos.

É claro que estamos aproveitando esta temporada aqui em Mendoza para aprender um pouco mais sobre vinhos e para apreciá-los também. Abrimos sempre que dá, uma garrafa diferente, colocamos na taça, uma chacoalhadinha, uma cheiradinha, e um beberico, e pronto, acho bom ou ruim. Nada de comentários profundos, apenas os classificos em categorias tipo: "ruim, não dá pra beber", "bom, dá pra beber", e "muito bom, quero levar pro Brasil".
   
Três vinhos que tomamos aqui com a Cris e o Tadeu. O Ampakama levou a categoria "quero levar pro Brasil", porém não é de Mendoza, é de San Juan, província vizinha.
Sinto que ainda estou longe de chegar ao ponto de discutir que o vinho é bom porque seu corpo é frutado ou amadeirado, ou porque há notas de caramelos, tabaco, pimenta, baunilha ou seja lá que tempero mais em seu corpo de fundo sei lá do que quer que seja... e sinto que nem vou chegar neste ponto. Mas depois, lendo o rótulo com sua descrição, posso até "enxergar" tais sabores, cheiros e sensações descritos. Será psicológico? Ou será bebedeira mesmo?
Uma coisa é certa, estamos tomando e aprendendo, e temos desaprovado poucos por enquanto. Será nosso paladar ainda pouco apurado? Ou serão os vinhos daqui bons demais mesmo?


Vinhos da degustação da Bodega San Huberto, que vistamos com a Cris e o Tadeu. Vinhos naturalmente doces e refrescantes de colheitas tardias.

 Quanto as visitas, fizemos apenas uma, e na ocasião Cris e Tadeu nos acompanhavam, adoramos! A recepção, a visita, a aula, a paisagem e melhor, a degustação, nos sentimos muito bem recepcionados. Aprendemos muito lá, e tivemos a impressão que havia muito o que aprender. Saímos com gostinho de quero mais.

Bom, espero ainda conhecer pelo menos mais uma bodega antes de ir embora, mais duas vai...